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A vida sem glúten e sem lactose

Você é alérgico ou conhece alguém que tenha intolerância ou alergia à lactose ou glúten? Sabe o que provoca essa reação e quais alimentos são alternativas para substitui-los?

No caso do glúten, ele está presente em grãos como trigo, aveia, cevada e centeio. Pessoas que não podem consumi-lo são alérgicas a uma proteína que tem nele chamada gliadina. “Essa substância provoca inflamação celular no organismo de quem tem alergia e os sinais podem surgir logo após as refeições e desaparecer rapidamente”, explica a especialista em nutrição funcional, Lucyanna Kalluf.

Sensação de cansaço constante, confusão mental ou falta de equilíbrio podem ser indicativos do mal que o glúten vem causando ao seu organismo. Outro fator são aquelas bolinhas que parecem pequenas espinhas e surgem principalmente nas costas dos braços e coxas. Elas indicam deficiência de ácidos graxos, causada pelo glúten. “Para quem sofre com dores de cabeça persistentes, gases, diarreia e inchaço frequentes também fica o alerta: pode ser sinal de sensibilidade”, avisa.

Para se ver livre desses sintomas, basta fazer algumas substituições no cardápio. Arroz integral, milho, fécula de batata e mandioca são boas fontes de carboidratos se consumidos com equilíbrio e não contém glúten. “Muitas pessoas que não têm alergia optam por eliminar o glúten de suas dietas. Uma alimentação glúten free resulta em maior bem-estar, diminui a neurotoxicidade e melhora a função intestinal”, indica a especialista.

Já no caso da lactose, a intolerância alimentar é desencadeada pela incapacidade de se digerir a substância, provocando fermentação e flatulência, cólicas, estufamento, dores intestinais, mau hálito e diarreia. Os sintomas podem aparecer de 30 minutos a 2 horas após a ingestão de alimentos ou bebidas com este componente.

Para substitui-la, opte por leite proveniente de castanha, amêndoas, arroz ou aveia, que contêm antioxidantes, vitaminas, minerais, além de serem rapidamente metabolizados no fígado como fonte energética. “Alguns tipos ainda têm boas quantidades de ferro e fibras que ajudam no funcionamento do intestino”, finaliza Lucyanna.

Por: Margarete Ricciotti