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Será que seu currículo está com tudo?

Participar de um processo seletivo pode trazer muita expectativa e tensão. O candidato passa por testes, entrevistas individuais e dinâmicas de grupos em busca de uma vaga no mercado de trabalho. Mas para chegar até esta fase, é preciso conquistar o interesse do empregador. É aí que entra o videocurrículo.

É simples: contar sua história profissional em um vídeo de no máximo dois minutos. Com ele, os custos e o tempo gasto pelos empregadores em um processo de seleção são menores, então fica bom para os dois lados.

O candidato deve ter em mente que se trata de “uma propaganda de si mesmo, feita para deixar o empregador com vontade de conhecê-lo”, como explica Ricardo Karpat, diretor da Gábor RH. Ele ainda revela que o vídeo não pode ser apenas a transcrição falada do seu currículo, e que o candidato nunca deve parecer que está memorizando um texto ao falar na frente das câmeras.

Outro aviso é não enviar seu videocurrículo para todo tipo de vaga. Carreiras com viés criativo podem aceitar bem sua iniciativa, mas para empresas tradicionais, o vídeo ainda pode ser novidade. “Pesquise o perfil da empresa antes”, aconselha Ricardo.

Apesar de todas as restrições, o videocurrículo, se produzido da forma correta, impressiona. O candidato deve começar informando nome, idade, formação e últimas experiências, sem enumerar características pessoais. Depois, deve expor seu objetivo e descrever o que fazia no emprego anterior.

Tome cuidado com a postura e o linguajar. Conseguir uma boa qualidade de imagem e som na câmera ganham pontos na análise. Vídeos feitos ao ar livre não são aconselhados, mas se a vaga que você procura tem algo a ver com ecologia, por exemplo, vale a pena arriscar.

Agora, se o seu emprego dos sonhos for no exterior, pode mandar seu vídeo sem receio, pois lá essa prática é super comum. No Brasil, deve demorar alguns anos para se tornar usual, segundo o especialista.

Enquanto isso não acontece, o videocurrículo continua apenas como um diferencial nas seleções de emprego.

Por: Gabriella Baliego